quinta-feira, 14 de julho de 2011
Aprendi
Aprendi, hoje, que é preciso ter cautela
Quando menos se espera tudo começa a correr mal
Como se fosse um mau capítulo de um mau livro.
É uma grande confusão, nunca vi tal!
Aprendi, hoje, que não devo ter grandes expectativas
Que nem todas as amizades são o que esperava
Foram demasiadas tentativas falhadas.
Talvez não tenham passado de uma perda de tempo!
Aprendi, hoje, que apesar do que disseram
Não consigo sentir que foi um desperdício
Não imagino os nossos momentos de forma diferente da que aconteceram.
O que é isto? Uma necessidade ou um vício?
Aprendi, hoje, que um amigo não é aquele
Que à mínima adversidade foge através das palavras.
Que ao mínimo problema nos repele!
Que nos bombardeia com um fogo de palavras cruzadas.
Aprendi, hoje, que tenho mais valor
Do que o que vocês pensavam.
E o vosso problema e grande pavor
É saberem o quão indolor pode ser a dor.
Um amigo não pode ser aquele que está sempre à espera de algo
Sem retribuir com um gesto ou uma palavra, um simples Obrigada.
Um amigo é aquele que dá e recebe.
Mas de vocês parece que nenhum o percebe.
M'
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Acordei
Era indiferente ao mundo.
Não lhe falava e ele fazia o mesmo comigo.
Ignoravamo-nos de uma forma tão natural
Que parecia algo normal.
Eu não o queria
E ele de nada me servia.
Estava como que adormecida.
Não sentia...apenas dormia.
Mas agora estou convencida
De que mudei a forma como o via.
(In)Felizmente Acordei!
A verdade:
Tudo parece bem mais confuso e complexo.
Estou perante uma nova realidade.
Não sei se gosto ou não.
É diferente.
Não lhe falava e ele fazia o mesmo comigo.
Ignoravamo-nos de uma forma tão natural
Que parecia algo normal.
Eu não o queria
E ele de nada me servia.
Estava como que adormecida.
Não sentia...apenas dormia.
Mas agora estou convencida
De que mudei a forma como o via.
(In)Felizmente Acordei!
A verdade:
Tudo parece bem mais confuso e complexo.
Estou perante uma nova realidade.
Não sei se gosto ou não.
É diferente.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Enganei-me
Pensei que te conhecia
Enganei-me.
Nada era o que parecia.
Não passavas de um comum.
O que foi dito, o que foi feito
Foi mais uma mentira.
Agora vejo que nada foi perfeito.
Não sei que sinta, se tristeza ou ira.
Chamei-te de amigo.
E de muito mais.
E que fizeste tu comigo?
Brincaste com palavras desleais.
Consegui confiar em ti
Como nunca o tinha feito.
Não te menti.
E tu conseguiste fazer com que tudo fosse desfeito.
Não te odeio, não te adoro.
Desiludiste-me completamente.
M'
Enganei-me.
Nada era o que parecia.
Não passavas de um comum.
O que foi dito, o que foi feito
Foi mais uma mentira.
Agora vejo que nada foi perfeito.
Não sei que sinta, se tristeza ou ira.
Chamei-te de amigo.
E de muito mais.
E que fizeste tu comigo?
Brincaste com palavras desleais.
Consegui confiar em ti
Como nunca o tinha feito.
Não te menti.
E tu conseguiste fazer com que tudo fosse desfeito.
Não te odeio, não te adoro.
Desiludiste-me completamente.
M'
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Não

Hoje, por fim,
Decidi dizer-te não!
Encontras-te definitivamente fora de mim.
Sem desculpas, eu tenho uma razão.
Não voltas mais a interferir nos meus dias,
Não deixo que comandes o que sinto.
Não te quero, nem te desejo.
Não penses que minto!
Tudo tem um fim
E este é o 'nosso',
Mais meu do que teu.
Mas eu preciso dele!
Preciso que te expulse.
Que não me deixe perder com palavras e recordações.
Para que no fim, seja só eu!
Outra vez...
M'
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Perdi-me
Vaguei-o pelo vazio
Na ânsia de me encontrar.
Perdi-me na sombra
E não sei como lá fui parar.
Quanto mais procuro
Menos encontro.
Quando mais ando
Maior é o caminho a percorrer.
O tempo passa.
A noite aumenta de dia para dia.
A luz parece extinguir-se.
Nada é o que devia!
Pouco temos e com nada ficamos...
M'
Na ânsia de me encontrar.
Perdi-me na sombra
E não sei como lá fui parar.
Quanto mais procuro
Menos encontro.
Quando mais ando
Maior é o caminho a percorrer.
O tempo passa.
A noite aumenta de dia para dia.
A luz parece extinguir-se.
Nada é o que devia!
Pouco temos e com nada ficamos...
M'
segunda-feira, 29 de março de 2010
Vida
Queremos viver a vida
Com tanta intensidade
Que ela deixa de ser vivida.
Teimamos em sonhar,
Insistimos no crer,
E, esquecemo-nos do que é viver.
Da sensação do simples acordar!
Está nos pequenos momentos.
Nos pequenos gestos, nos sorrisos
Nos choros.
Quero viver, apenas viver.
M'
Com tanta intensidade
Que ela deixa de ser vivida.
Teimamos em sonhar,
Insistimos no crer,
E, esquecemo-nos do que é viver.
Da sensação do simples acordar!
Está nos pequenos momentos.
Nos pequenos gestos, nos sorrisos
Nos choros.
Quero viver, apenas viver.
M'
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Fúria
Há dias que sinto em mim uma fúria enorme,
Não sei como a explicar.
Não é contra nada nem ninguém - não tem nome!
É um sentimento que surge sem avisar.
Deixa-me à toa,
Deixa-me a pensar.
Não é tão fácil evitar algo assim
Obriga a controlar-me...
Mas, há dias em que se apodera de mim !
E, tudo o que faço para a expulsar parece não resultar.
Hoje é um desses dias!
Não sei como a explicar.
Não é contra nada nem ninguém - não tem nome!
É um sentimento que surge sem avisar.
Deixa-me à toa,
Deixa-me a pensar.
Não é tão fácil evitar algo assim
Obriga a controlar-me...
Mas, há dias em que se apodera de mim !
E, tudo o que faço para a expulsar parece não resultar.
Hoje é um desses dias!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Alienada
Estou alienada de mim mesma.
Ando por ver andar,
Sou por ver ser,
Estudo por ver estudar,
Como por ver comer.
Nada acontece além disso.
A única coisa que faço de verdade é escrever.
E isso, pouca gente sabe.
(Melhor assim!)
Sento-me e observo.
Gosto de ver no vazio.
Gosto de ver o que, geralmente, não é visto.
E, acima de tudo gosto de pensar enquanto vejo o não visto.
A isso se resumem os meus dias.
Às vezes é o suficiente, outras não!
Depende do dia em questão.
M'
Ando por ver andar,
Sou por ver ser,
Estudo por ver estudar,
Como por ver comer.
Nada acontece além disso.
A única coisa que faço de verdade é escrever.
E isso, pouca gente sabe.
(Melhor assim!)
Sento-me e observo.
Gosto de ver no vazio.
Gosto de ver o que, geralmente, não é visto.
E, acima de tudo gosto de pensar enquanto vejo o não visto.
A isso se resumem os meus dias.
Às vezes é o suficiente, outras não!
Depende do dia em questão.
M'
Não sei
Quero escrever mas não sei o quê ao certo,
Não sei o que dizer.
Faço e refaço uma frase mil vezes.
E acabo sempre por nunca a escrever.
Começo, mas não acabo.
Penso mas não o faço.
Sempre que quero passar alguma coisa para o papel,
Aparecem-me novos pensamentos.
São tantos que não sei exactamente o que penso ou sinto.
É uma vaga de ideias que nem organizar as consigo!
E acabo sempre por pensar para comigo,
Porque começo e não termino?
M'
Não sei o que dizer.
Faço e refaço uma frase mil vezes.
E acabo sempre por nunca a escrever.
Começo, mas não acabo.
Penso mas não o faço.
Sempre que quero passar alguma coisa para o papel,
Aparecem-me novos pensamentos.
São tantos que não sei exactamente o que penso ou sinto.
É uma vaga de ideias que nem organizar as consigo!
E acabo sempre por pensar para comigo,
Porque começo e não termino?
M'
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